sexta-feira, 20 de maio de 2011
nao podemos ser felizes sempre
Nao sabes por o que estou a passar. aliás ninguem parece perceber. Já não és a pessoa que conheci anteriormente, e sinceramente tenho saudades desses tempos. Não sei o que se passa, nem sei se algum dia perceberei, mas juro que gostava. para onde foram as promessas ? perderam-se de certo, levados pelo vento que um dia as trouxe. sinto mesmo a tua falta love, sera que dá para perceberes ?
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Estarás sempre comigo
«O meu rapaz, o meu homem, o meu amigo, o meu grande desafiador o meu amante, a alma da minha vida começava a ficar frio como pedra. As lágrimas escorriam de um oceano que um dia fora o meu coração. Retirei a sujidade invisível do lençol que o cobria. Encontrei a sua mão e segurei-a com força.
-Amo-te.
O tempo passou e sucumbi a uma agonia atroz. Não faço ideia de quanto tempon terei estado ajoelhada nos ladrilhos frios, agarrada desesperadamente à sua mão.»
-Amo-te.
O tempo passou e sucumbi a uma agonia atroz. Não faço ideia de quanto tempon terei estado ajoelhada nos ladrilhos frios, agarrada desesperadamente à sua mão.»
terça-feira, 17 de maio de 2011
Fabi
I have felt your absence. I miss being with you and talk to you. I'm sorry if I have recently had less time, or not have been that best friend. You know I'll always be present for you, and you mean to me, you can not express in words alone. I love you and never leave you.
Fábio
sábado, 14 de maio de 2011
Desilusão
As vezes pequenas coisas tem efeitos imensos. Palavras, poucas mas secas, que ficam a ecoar na nossa cabeça e a corroer alguma coisa que existe cá dentro. Tentámos perceber a razão mas de cada vez que tentámos ainda nos apercebemos mais de como a reacção foi despropositada. A lógica diz para não ligar, olhar para outro lado, seguir em frente, pensar em outras coisas, mas o incómodo mantém-se presente, como uma agulha fina que nos vai picando em cada movimento.
Hoje senti-me assim! Ainda me sinto assim! Desiludida, sentida. Espero que a noite torne a agulha romba ou a pele insensível.
Não gosto de atritos, muito menos se os mesmos me parecem desnecessários.
Não gosto de atritos e sou fortemente ferida pelos mesmos, como se de lixas grossas se tratassem.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
"It´s amazing how you can speak right to my heart
without saying a word, you can light up the dark
try as i may i can never explain
what i hear when you don´t say a thing
the smile on your face
let´s me know that you need me
there´s a truth in your eyes
saying you´ll never leave me
the touch of your hand
says you´ll catch me wherever i fall
you say it best when you say nothing at all
all day long i can hear people talking out loud
but when you hold me near you drown out the crowd
try as they may they could never define
what´s been said between you heart and mine ?"
without saying a word, you can light up the dark
try as i may i can never explain
what i hear when you don´t say a thing
the smile on your face
let´s me know that you need me
there´s a truth in your eyes
saying you´ll never leave me
the touch of your hand
says you´ll catch me wherever i fall
you say it best when you say nothing at all
all day long i can hear people talking out loud
but when you hold me near you drown out the crowd
try as they may they could never define
what´s been said between you heart and mine ?"
Bruninha once, Bruninha always <3
Amo-te sempre meu amor
10-4-2011
Amor, sabes quanto tempo esperei para que me enviasses aquela mensagem? Por fim, chegou. Acabaram-se agora os dias, as horas a olhar para o teu numero sem que pudesse dizer nada.
Felizmente vou agora de férias com a cabeça no sitio.
Felizmente vou agora de férias com a cabeça no sitio.
Sabe a lágrimas silenciosas, a noites de insónia, a manhãs de Domingo solitárias e sem sentido. Está para lá da tristeza, da saudade, do desejo de lutar pelo que já se perdeu, da raiva de não ter o que mais se queria, da pena de ter deixado fugir um grande amor, por ser demasiado grande. Primeiro grita-se, barafusta-se, soluça-se em catadupas. Depois, é o pós-guerra, a rendição, a entrega das armas e as sentenças de um tribunal marcial interior, em que os juízes são a vida, e o réu, o que fizermos dela. Limpam-se os destroços. Enterram-se os mortos, tratam-se dos feridos, que são as nossas feridas, feitas de saudades, de desencontros, palavras infelizes e frases insensatas, medos, frustrações e tudo o que não dissemos. A mágoa chega então, quando o cansaço já não nos deixa sentir mais nada. É silenciosa e matreira, instala-se sem darmos por ela, aloja-se no coração. Mas o mundo nunca pára. Nada pára. A vida foge, os dias atropelam-se, é preciso continuar a vivê-los, mesmo com dor. Pelo menos a mágoa magoa, mas faz-nos sentir vivos.
Believe
Eat the damn chocolate cake, get your hair wet, love someone, dance in those muddy puddles, tell someone off, draw a picture with crayons like you´re still 6 years old and then give it to someone who is very important to you. Take a nap, go on a vacation, do a cartwheel, make your own recipe, dance like no one sees you, paint each nail a different color, take a bubble bath, laugh at a corny joke. Get on that table and dance, pick strawberries, take a jog, plant a garden, make un ugly shirt and wear it all day. Learn a new language, write a song date someone you wouldn´t usually go for, make a scrap book, go on a picnic, relax in the sun, make your own home video, kiss the un-kissed, hug the un-hugged, love the unloved, and live your life to the fullest. So at the end of the day, you´ll have no regrets, no sorrows, no disappointments.
3-4
Na relidade ainda penso bastante em ti, ainda é dificil após estes anos todos, falar de ti sem que caiam lágrimas do rosto. Hoje recordo com saudade quando me ías buscar à escola, quando me davas presentes, ou quando vinhas para minha casa. Dizias que eu era a princesa dos teus olhos, que era a menina mais bonita. E que te fazia sorrir. Deixaste-me sem que eu tivesse tempo para te dizer o quanto gostava de ti, o quanto também me fazias feliz, o quanto eu gostava que me beijasses o rosto, ou mexesses no meu cabelo devagar, o quanto eu gostava que me vestisses. Eras a minha avó, aquela que ainda hoje me deixa saudade. Mas como a vida é injusta, dum dia para o outro adoeceste sem que eu desse conta, sem que eu pudesse cuidar de ti, até sem que eu te pudesse ver. Todas aquelas estúpidas promessas que me faziam: "Vais ver que a tua avó vai ficar bem"; "ela amanha já sai, vai voltar a ser a senhora que sempre foi, há-de melhorar", mas isso não aconteceu, cada vez que saias as coisas pioravam, e as visitas ao hospital tornavam-se numa rotina. Por mais que gostava de acreditar no que me diziam, sabia que só o faziam para me acalmar. Lembro-me perfeitamente de uma das últimas vezes que fui a tua casa, estavas deitada na tua cama, e com os olhos meio abertos meio fechados agarraste na mão da minha mãe e sussurraste. Fiquei aos pés da cama a ver tudo o que se passava. E chegou o dia, cheguei perto da porta, e vi um aglomerado de pessoas a chorar. Agora sabia perfeitamente o que acontecera. Tinhas partido, sem dizer nada a ninguém, o bichinho que vivia dentro de ti, e se espalhára tinha levado a melhor. Tinha agora levado a minha avó. E deixado a saudade a todos os que te eram mais queridos. Tenho saudades tuas avó, até um dia.
3-4-2011
É realmente bastante interessante quando pessoas sem cabeça, fazem das nossas palavras as palavras delas, das nossas acções as suas acções. Mas enfim, FUCK
Miguel Torga
"Viajar, num sentido profundo, é morrer. É deixar de ser manjerico à janela do seu quarto e desfazer-se em espanto, em desilusão, em saudade, em cansaço, em movimento, pelo mundo além. "
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